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Galisteu desabafa sobre pressão estética: “Vivi a ditadura da magreza”
Reprodução

Adriane Galisteu abriu o jogo sobre a relação com o próprio corpo e as pressões estéticas que enfrentou ao longo de sua trajetória na televisão e na moda. Em entrevista a Leo Dias, exibida no programa Melhor da Tarde desta terça-feira (10), a apresentadora refletiu sobre o atual cenário de busca pelo corpo ideal e o impacto do uso de substâncias para perda de peso.

A comunicadora destacou que o padrão de beleza magro, que hoje é facilitado por intervenções médicas e fármacos, sempre fez parte de sua genética, mas que isso nem sempre foi visto de forma positiva por quem estava ao seu redor.

Adriane Galisteu relembra críticas sobre seu corpo: “Achavam que eu tinha que ter mais curvas”

Adriane Galisteu relembrou que, no início de sua vida profissional, a magreza não era apenas uma escolha, mas uma imposição do mercado de trabalho. Para ela, o cenário atual, onde "canetas emagrecedoras" viraram febre, remete a um tempo de exigências severas.

"Eu vivi toda aquela ditadura da magreza fortemente. Tinha que ter 90 de quadril, senão não pegava o trabalho. Eu passei a vida sonhando em ter 90 de quadril", revelou a apresentadora. Segundo ela, essa experiência moldou sua visão sobre o corpo e a aceitação.

Mesmo com o biótipo esguio, Adriane Galisteu contou que sofreu pressões familiares para mudar sua aparência. "As pessoas sempre acharam, inclusive a minha mãe, que eu tinha que ter mais curva, que eu podia colocar um silicone para estar mais poderosa", afirmou.

O espelho como único padrão real

Ao analisar a obsessão atual por procedimentos e medicamentos, a apresentadora defendeu que a felicidade individual deve estar acima de qualquer métrica ou tendência de beleza. Para Adriane Galisteu, a diversidade de corpos é o que torna a convivência social mais rica.

"De verdade, eu acho que o maior padrão que a gente tem é o nosso espelho. Eu não estou nem aí para o que os outros estão pensando sobre isso", disparou. Ela ressaltou que, independentemente de ser magra, curvilínea ou gorda, o importante é a mulher ser o que deseja ser.

Fonte: Band.
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