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Caso Gisele: Perícia identifica manipulação em celular de PM morta em SP

Um relatório da Polícia Civil trouxe novos elementos à investigação da morte da soldado Gisele. A análise dos dados extraídos do aparelho celular da vítima revelou fortes indícios de manipulação de provas após o crime. Segundo os peritos, as últimas interações entre o casal foram deletadas, em uma ação que teria sido executada pelo próprio réu, o tenente-coronel Neto, logo após o disparo fatal.

Apesar da tentativa de ocultação, os investigadores conseguiram recuperar parte do conteúdo das mensagens. Os dados mostram que, na noite anterior ao crime, Gisele e o tenente-coronel Neto trocaram diversas mensagens sobre o fim do relacionamento. O conteúdo é direto: Gisele expressava o desejo de se separar e pedir o divórcio.

Contradições na versão de suicídio

descoberta das mensagens confronta diretamente a versão apresentada pelo tenente-coronel Neto. A Polícia Civil afirma que o manuseio do celular da vítima após a morte teve como objetivo central apagar diálogos que pudessem incriminar o oficial, reforçando a narrativa de que Gisele teria cometido suicídio.

A última mensagem enviada pela soldado ocorreu às 23h, cerca de 8 horas e meia antes de sua morte. No texto, ela afirma categoricamente que o oficial poderia dar entrada no pedido de divórcio. O que chama a atenção dos investigadores é o fato de que essas mesmas mensagens não foram encontradas no celular do tenente-coronel Neto, indicando que ele também apagou os rastros da conversa em seu próprio aparelho.

A perícia técnica segue com a análise detalhada dos dados recuperados para determinar o momento exato em que as exclusões ocorreram e identificar se outros conteúdos relevantes foram removidos para obstruir a justiça.

Fonte: Band.
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