O pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), cumpriu agenda pública nesta segunda-feira (25) em São Paulo. Ele participou do primeiro encontro de presidenciáveis organizado pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham), e chegou a dizer que não teria sido consultado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, para figurar como vice em uma eventual chapa com o senador Flávio Bolsonaro.
Ao analisar o cenário da oposição, o pré-candidato afirmou que os “argumentos do Flavio até agora não foram convincentes”, mas ressaltou que ainda vê como viável a candidatura.
Caiado justificou os índices nas pesquisas pelo fato de ainda ser “pouco conhecido” no cenário federal, mas demonstrou confiança ao traçar um paralelo com sua gestão estadual: "se eu devolvi goias aos goianos vou devolver brasil ao cidadao de bem”, declarou.
Críticas ao Judiciário e à economia
Durante a coletiva de imprensa, Caiado adotou um tom incisivo ao comentar a atual conjuntura institucional do país, classificando o momento brasileiro como uma “desordem institucional real”. O político do PSD defendeu publicamente o afastamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvidos no caso Banco Master.
A condução econômica do governo federal também foi alvo de críticas contundentes por parte do político, que contestou as diretrizes da atual política tributária nacional, classificando como “desordem institucional real".