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Anvisa atualiza composição das vacinas contra a Covid-19 usadas no Brasil
© Tomaz Silva/Agência Brasil

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta semana a atualização da composição das vacinas contra a Covid-19 autorizadas para uso no Brasil. 

O voto da diretora Daniela Marreco destacou que a atualização mantém a cepa LP.8.1 do vírus nas vacinas aprovadas e prevê o uso da cepa JN.1, a critério do Ministério da Saúde, para não adiar a vacinação. Ambas as cepas são descendentes da variante Ômicron. 

A nova regra estabelece que as vacinas passem a ser monovalentes, ou seja, direcionadas a uma única variante do vírus e devem conter obrigatoriamente a cepa LP.8.1. 

Até 2 de março, segundo a diretora da Anvisa, foram registrados 36.433 casos de síndrome gripal associados à Covid-19 no Brasil. “No momento, a vacinação permanece como a principal medida de prevenção e controle”, disse, ressaltando que a constante evolução genética do SARS-CoV-2 exige a atualização dos imunizantes. 

A medida, publicada no Diário Oficial da União, segue uma estratégia internacional de atualização periódica dos imunizantes, conforme a evolução do vírus. Na prática, os imunizantes terão que adaptar a produção e as campanhas de vacinação devem ser ajustadas. 

Para evitar desabastecimento, a Anvisa autorizou um período de transição de até nove meses, permitindo o uso de vacinas baseadas na variante anterior.

Medicamentos de baixo risco

Da mesma forma, a lista de medicamentos de baixo risco também foi atualizada por decisão dos diretores. Os medicamentos que se encaixam nessa categoria são aqueles que passam apenas pelo processo de notificação simplificada na Anvisa, antes de chegarem ao mercado. 

Os produtos iodopovidona, paracetamol, simeticona e subsalicilato de bismuto foram incluídos na lista. 

   

Fonte: Band.
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