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Alvo de protestos, Wesley Batista é obrigado a deixar churrascaria

O empresário Wesley Batista, sócio da J&F, foi alvo de um protesto que acabou em tumulto em uma churrascaria no bairro do Itaim Bibi, Zona Oeste de São Paulo, neste domingo (11).

Clientes do restaurante reconheceram Wesley no local e passaram a se manifestar com ofensas ao empresário. Alguns o confundiran com o irmão, Joesley. A Polícia Militar foi acionada por funcionários do estabelecimento para tentar conter a confusão.

Segundo informações da PM, um funcionário afirmou que alguns presentes no restaurante tentaram agredir Wesley, que estava acompanhado de outras pessoas, supostamente familiares. Ele foi obrigado a deixar o estabelecimento sob xingamentos, mas escoltado por policiais militares (veja no vídeo acima).

"Vai embora, vagabundo!", "a polícia está dando cobertura para bandido" e "vai para a cadeia" foram alguns dos gritos proferidos.

Segundo relatos, um cliente abordou Wesley filmando com o celular e questionando sua presença no local, quando sofreu uma reação hostil de acompanhantes do empresário, tendo seu aparelho atirado no chão.

Solto desde o dia 21

Wesley Batista deixou a prisão no dia 21 de fevereiro, beneficiado por um habeas corpus concedido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Mas o empresário é obrigado a cumprir as medidas cautelares impostas, que incluem comparecimento à Justiça quando for chamado, proibição de sair do país sem autorização e de participar de operações no mercado financeiro, além de se submeter a monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Pela decisão, Wesley também fica proibido de falar com o irmão, Joesley Batista, porque os dois são alvos do mesmo processo, no qual são acusados de insider trading - uso de informação privilegiada das próprias delações premiadas na Procuradoria-Geral da República (PGR) para lucrar no mercado financeiro, em abril de 2017.

Joesley Batista foi solto na sexta-feira (9) por determinação do juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara da Justiça Federal de Brasília. Ele permaneceu preso após a soltura do irmão porque além do processo de insider trading era alvo de outra investigação, segundo a qual teria omitido informações na delação premiada feita à Procuradoria-Geral da República.

Recentemente, a Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu rescindir os benefícios do acordo de delação premiada de Wesley Batista e do ex-assessor jurídico da J&F, Francisco de Assis. A medida foi tomada após a procuradoria concluir que os dois omitiram informações nas delações.  


Fonte: BAND.
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